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Contexto Vivo
Uma mente que
se lembra de si.
Dvina parte de uma ideia simples: quanto mais trabalham em conjunto, melhor o deverá compreender.
Cada conversa, documento e decisão acrescenta algo a uma única memória viva — o seu Contexto Vivo.
Essa memória não fica simplesmente guardada. Mantém-se ativa — liga o passado ao presente e torna-se mais útil a cada dia.
E, porque esta memória é pessoal, pode vê-la, moldá-la e apagá-la. Sempre.
A conhecê-lo melhor
Quanto mais a usa,
melhor o compreende.
Nunca tem de preencher um perfil. Basta trabalhar. Dvina percebe o resto — aquilo que está a criar, como gosta de trabalhar e o que é importante para si.

Cada projeto guarda o seu porquê. Quando toma uma decisão, o raciocínio fica associado a ela. Meses depois, não vê apenas o que escolheu — vê também porquê. Como? Cada conversa e documento alimenta o Contexto Vivo, uma camada de memória que liga cada novo momento ao que veio antes.
Veja como tudo se liga
Diga-o uma vez. O formato de que gosta. O tom que nunca usa. O cliente que lê todas as notas de rodapé. Basta dizer uma vez a Dvina — a partir daí, passa a fazer parte da forma como trabalham em conjunto.

Um ano depois, continua lá. Volte a uma questão passados meses. A resposta chega com o raciocínio, o caminho percorrido e a decisão — como se não tivesse passado tempo nenhum.
A maioria das IA começa cada conversa do zero.
Uma página em branco, sempre: o projeto explicado de novo, as preferências repetidas. Dvina nunca lhe pede que volte ao início.
Uma memória viva
Não fica guardada. Está viva.
Outras IA têm uma funcionalidade de memória: uma gaveta de notas que guarda manualmente. A memória de Dvina funciona sozinha — recolhe, liga e mantém-se desperta.

Notas antigas, novo significado. Quando algo muda, Dvina relê o que sabe. Uma nota do trimestre passado ganha outro significado depois das notícias de hoje — e Dvina percebe isso. Como? O Contexto Vivo não é um arquivo; é reavaliado à medida que o seu trabalho evolui.

Março encontra o presente. Um detalhe de março, uma decisão de junho, um documento desta manhã — tudo ligado numa única resposta que nenhum deles conseguiria dar isoladamente.
Uma gaveta guarda. Uma mente trabalha.
As notas guardadas ficam paradas. Uma memória viva liga o que disse antes ao que está a fazer agora.
Onde quer que esteja
Uma só mente.
Todos os ecrãs.
A sua memória não está presa a um dispositivo nem a um tipo de trabalho. Telemóvel, computador, web ou terminal — onde quer que abra Dvina, toda a sua memória vai consigo.

O seu telemóvel sabe o que o seu Mac sabe. No comboio, pergunte pelo ficheiro que deixou aberto na secretária. Dvina responde-lhe a partir do bolso — com o documento, as alterações e a questão que ficou em aberto.

A mesma memória, seja qual for o trabalho. A escrever código no terminal ou a definir a estratégia num documento — o contexto é o mesmo. Uma decisão tomada num lado aparece no outro.
Nada para sincronizar. Nada para transferir.
O Contexto Vivo acompanha-o; não fica preso a um dispositivo. Cada ecrã é uma janela para a mesma mente.
Sob o seu controlo
A sua memória.
As suas regras.
Uma memória tão pessoal pertence-lhe. Dvina permite-lhe vê-la, editá-la e apagá-la — sem caixas-pretas.

Veja tudo o que Dvina recorda. Consulte, em linguagem clara, o que Dvina sabe sobre o seu trabalho e as suas preferências. Sem registos ocultos. Sem suposições.

Corrija. Ou apague. Há algo errado? Corrija-o no momento. Há algo que prefere que Dvina esqueça? Elimine-o — desaparece da memória, não apenas do ecrã.
Nunca é usada para treinar modelos.
O que Dvina recorda sobre si trabalha para si — e para mais ninguém. Encriptado, mascarado quando é sensível e nunca usado como dados de treino.
Veja tudo na sua Biblioteca.
Tudo o que Dvina recorda está num espaço que pode consultar. Ficheiros, artifacts, conversas e contexto — tudo organizado em pastas, pesquisável e sempre seu.
Explore a Biblioteca
É seu.
E só seu.
Tudo no seu Contexto Vivo é encriptado, e as informações pessoais são automaticamente mascaradas antes de qualquer pessoa ou sistema as poder ver. Nada do que partilha é usado para treinar modelos.
Saiba mais sobre privacidade